AMON AMARTH
por Rafael Alexandrino Malafaia*
Quando o Roney me apresentou o Amon Amarth em meados de fevereiro do ano passado, cri eu que “era só mais uma banda legal de só um álbum legal” (no caso, o Twilight Of The Thunder God, de 2008) Tal como acontecera com o Mastodon e o Kataklysm (apresentados a mim pelo Lucas), eu me enganei totalmente ao ouvir a discografia completa (valeu, Marco!) – felizmente!
Sim, todos os álbuns parecem ser iguais e terem a mesma música do começo ao fim. Mas quem se importa? Bateria de bumbo duplo, baixo matador, vocais urrados e guitarras motosserras – a felicidade completa de todo fã de viking metal (eu incluso). Porém, são as letras que são o verdadeiro diferencial da banda em seu estilo, devido descrevem como era o modo de vida viking, tanto em sociedade quanto em religiosidade, provando que os letristas fizeram pesquisas aprofundadas sobre o tema, mesmo tendo o nome inspirado em uma das obras de J.R.R. Tolkien (quem já leu O Silmarillion, sabe que Amon Amarth é nome da montanha onde Sauron forjou o Um Anel).
Eu sou supermegahipersuspeito pra falar do quinteto sueco – ouça você mesmo e tire suas próprias conclusões. Mas, caso se pegue imaginando com uma espada em uma mão e um escudo em outra, declarando guerra aos inimigos, cantando “Victorious March” ou “Versus the World” ou “Masters of War” (sem referência à canção de Bob Dylan, do álbum The Freewheelin' Bob Dylan, de 1963), não se admire – é completamente normal.
Ponha seu elmo. Empunhe seu machado e reze para Odin. Hoje é dia de lutar. Hoje é dia de morrer e viver para sempre!
* Rafael Alexandrino Malafaia é leitor voraz de HQ’s e qualquer coisa sobre literatura fantástica, jogador e narrador de RPG, blogueiro do http://mundodoeuvadio.blogspot.com/, além de ser o contista e poeta mais pretensioso da história da literatura – além de aluno de Letras: Licenciatura em Língua Alemã na UFPA nos raros momentos de folga.
por Rafael Alexandrino Malafaia*
Quando o Roney me apresentou o Amon Amarth em meados de fevereiro do ano passado, cri eu que “era só mais uma banda legal de só um álbum legal” (no caso, o Twilight Of The Thunder God, de 2008) Tal como acontecera com o Mastodon e o Kataklysm (apresentados a mim pelo Lucas), eu me enganei totalmente ao ouvir a discografia completa (valeu, Marco!) – felizmente!
Sim, todos os álbuns parecem ser iguais e terem a mesma música do começo ao fim. Mas quem se importa? Bateria de bumbo duplo, baixo matador, vocais urrados e guitarras motosserras – a felicidade completa de todo fã de viking metal (eu incluso). Porém, são as letras que são o verdadeiro diferencial da banda em seu estilo, devido descrevem como era o modo de vida viking, tanto em sociedade quanto em religiosidade, provando que os letristas fizeram pesquisas aprofundadas sobre o tema, mesmo tendo o nome inspirado em uma das obras de J.R.R. Tolkien (quem já leu O Silmarillion, sabe que Amon Amarth é nome da montanha onde Sauron forjou o Um Anel).
Eu sou supermegahipersuspeito pra falar do quinteto sueco – ouça você mesmo e tire suas próprias conclusões. Mas, caso se pegue imaginando com uma espada em uma mão e um escudo em outra, declarando guerra aos inimigos, cantando “Victorious March” ou “Versus the World” ou “Masters of War” (sem referência à canção de Bob Dylan, do álbum The Freewheelin' Bob Dylan, de 1963), não se admire – é completamente normal.
Ponha seu elmo. Empunhe seu machado e reze para Odin. Hoje é dia de lutar. Hoje é dia de morrer e viver para sempre!
* Rafael Alexandrino Malafaia é leitor voraz de HQ’s e qualquer coisa sobre literatura fantástica, jogador e narrador de RPG, blogueiro do http://mundodoeuvadio.blogspot.com/, além de ser o contista e poeta mais pretensioso da história da literatura – além de aluno de Letras: Licenciatura em Língua Alemã na UFPA nos raros momentos de folga.

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